Mal de Alzheimer, tudo sobre a doença de Alzheimer
Blog de ana cristina da silva
Tenho fé num futuro melhor
Então, amigos, desde Agosto minha mãe deixou de tomar o Reminyl ER que causou um enorme tanstorno de personalidade nela, como voces podem ver nos meus posts anteriores. Agora ela está bem melhor, eu só acho que da depressão é que ainda não está 100%. Ela insiste em ficar deitada ao lado de meu pai quase que o tempo todo. Durante o fim de semana eu dou atividades várias a ela e só deixo que ela fique deitada após o almoço e depois bem de tardinha, antes do jantar.
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Grandes Esperanças
Me sinto até envergonhada de escrever dizendo coisas boas quando todos voces tem problemas tão grandes e tão dificeis.
Mas de qualquer forma é bom voes tomarem conhecimento e ficarem atentos ao efeitos colaterais das medicações.
Com a cabeça fira é que comecei a analisar melhor os fatos.
Mais tranquila
Foi realmente muito útil pra mim conhecer este blog e obter informações reais de casos reais. Me ajudaram muito.
Depois que minha mãe parou de usar o Reminyl, mudou tudo.
Ela está mais tranquila, mais situada, não briga mais com a cuidadora do meu pai. Só isso já deu um alivio muito grande pra nós porqeu as brigas dela fazial muito mal a ela propria, a meu pai, a mim e a moça que cuida do meu pai, de quem ainda não posso abrir mão.
ACHO QUE ESTOU VENDO UMA LUZ ...
Pois e´, pessoal, como voces devem ter visto nos meus relatos, eu tenho duvidas se o problema de minha mãe seria Alzheimer. Na realidade, eu acho que esse transtrono de memoria e comportamento que a tem afetado nos ultimos meses é por causa do estado de saúde de meu pai. No geral, a saúde dele está ótima.
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Caminhando e aprendendo
Minha mãe sempre apresentou alguma deficiencia de memoria, digo há mais de 20 anos, esquecendo principalmente nome das pessoas.
Há uns 6 ou 7 anos comecço a ter depressão, que começou apenas com uma tristeza e desinteresse, assim sem vontade de conversar; ficava de cabeça baixa. Porem frequentava a Igreja (somos católicos praticantes), fazia trabalhos voluntários, etc.
Quando ela começou com ese quadro de desinteresse pelas coisas do dia-a-dia, me aconselharam a leva-la a um neuropsiquiatra. Ela começou um tratamento e com poucas semanas voltou ao normal.
Somos em casa eu, meu pai e minha mãe. Meu irmão é casado e mora numa casa em cima da nossa.





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