Blog de Rosa Lídia Convento

Assessoria Jurídica

Olá!
Meu nome é Lídia e minha mãe (viúva de 77 anos) é portadora de DA.
Além de conviver com as difícieis intercorrências da doença, há dois anos e meio vivencio situações desgastantes com três irmãos.
Minha mãe reside com um irmão (53 anos, solteiro e portador de eplepsia).
Sou a filha mais nova e na ocasião do diagnóstico da doença, me reuni com meus irmãos (com exceção do que reside com minha mãe, porque devido orientação médica o mesmo deve ser poupado de situações que geram ansiedade), ficando decidido que contrataríamos uma empregada doméstica e ajudaríamos em algumas despesas.
Porém, juntamente com a funcionária iniciou-se um processo destrutivo de comentários pejorativos e até mesmo de pressão e aborrecimentos para a própria doente. O relacionamento tem sido muito conturbado e o combinado inicial acontece de maneira desordenada (às vezes uma das filha não contribui, não há uma data estipulada para as contribuições, privação de medicamento devido a falta de atenção da filha que se propôs a gerenciar o recebimento do mesmo...).
Tenho me esforçado para que nada falte à minha mãe e irmão.

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